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prémio • 2017-05-30 Prémio Januário Godinho
Imagem 0 - Prémio Januário Godinho

Candidaturas até 12 de Junho de 2017
 
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove a 1ª edição do Prémio de Arquitectura Januário Godinho, com uma periodicidade bienal, tem o objectivo de galardoar a melhor reabilitação de edifício no concelho.
 
A salvaguarda do património edificado constitui um imperativo para a sua continuidade, sendo uma grande responsabilidade motivar a consciência patrimonial.
 
O Prémio Januário Godinho visa homenagear quer o arquitecto que deixou uma vasta obra neste concelho, quer as boas práticas de reabilitação do edificado.
 
Prémios
€7.000,00 (€2.000 para o promotor e €5.000 para a equipa projectista)
 
Elegibilidade
1 - Podem apresentar candidatura ao Prémio Januário Godinho todas as entidades privadas que tenham promovido intervenções de reabilitação de edifício.
2 - São admitidas a concurso as obras concluídas nos 2 anos anteriores ao ano civil de cada edição do Prémio Januário Godinho.
3 - Entende-se por Reabilitação de Edifícios o estabelecido pelo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana.
4 - O presente Regulamento aplica-se a qualquer edifício que seja reabilitado em área de reabilitação urbana.
5 - Nas restantes áreas do concelho, o presente Regulamento aplica-se aos edifícios com idade igual ou superior a 30 anos.
 
Júri
- Representante da Direcção do Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística, que preside
- Representante da Divisão de Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (DCT)
- Representante da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos Portugueses (OA)
- Representante da Ordem dos Engenheiros, Região Norte (OE)
- Representante da Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN)
- Representante da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Protecção do Património (APRUPP)
- Representante da Universidade Lusíada - Norte, Campus de Vila Nova de Famalicão - Faculdade de Arquitectura e Artes.
 
Critérios de avaliação
a) Conhecimento da preexistência - Diagnóstico do existente e recolha de informação histórica, arquitectónica e construtiva;
b) Preservação do existente - Deve existir um aproveitamento máximo das suas características funcionais e construtivas - das técnicas e materiais -, dos seus valores, da sua imagem, ou seja, da sua essência.
c) Adaptação ao existente - O contexto em que se insere o objecto de intervenção e também as suas características tipológicas e morfológicas devem ser respeitadas, naquilo que deve ser uma intervenção plenamente integrada;
d) Integração com o existente - A integração harmoniosa deve prevalecer aquando da inserção de novos espaços e elementos, demonstrando o respeito pelas características funcionais - com a integração do novo no existente - e construtiva;
e) Melhoria das condições existentes - A melhoria de qualidade em termos funcionais, construtivos, arquitectónicos e de conforto é imperativa, não sendo aceitável que em algum caso seja inferior à preexistente;
f) Reversibilidade - A intervenção deve garantir um grau de reversibilidade tal que permita o retorno do valor patrimonial que eventualmente se tenha diminuído, através do regresso a soluções anteriores;
g) Visibilidade (identidade) da intervenção - Sempre que haja a necessidade de introdução de novos elementos ou espaços, devem estes reflectir a linguagem do seu tempo.
 
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