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prémio • 2019-05-23 Prémio Municipal de Arquitectura Diogo de Castilho 2019
Imagem 0 - Prémio Municipal de Arquitectura Diogo de Castilho 2019

 

Candidaturas até 31 de maio de 2019
 
O Prémio, de edição bienal, instituído pela Câmara Municipal de Coimbra pretende "premiar obras cuja concepção e qualidade arquitectónica sejam relevantes exemplos na realidade edificada do Município", relativas a "obras de construção, de reconstrução, de alteração e de ampliação, cujo projecto mereça destaque pelo respeito do património edificado" e a "arranjos urbanísticos e de tratamento de espaços exteriores de uso público, tanto em relação à criação de novos espaços, como à recuperação ou reabilitação de espaços urbanos existentes".
 
Objecto e âmbito
O Prémio Municipal de Arquitectura Diogo de Castilho destina -se a premiar obras cuja concepção e qualidade arquitectónica sejam relevantes exemplos na realidade edificada do Município, sendo relativas a:
a) Obras de construção, de reconstrução, de alteração e de ampliação, cujo projecto mereça destaque pelo respeito do património edificado;
b) Arranjos urbanísticos e de tratamento de espaços exteriores de uso público, tanto em relação à criação de novos espaços, como à recuperação ou reabilitação de espaços urbanos existentes.
 
Elegibilidade
Podem concorrer ao Prémio Municipal de Arquitectura Diogo de Castilho arquitectos na qualidade de autores de projectos de arquitectura de obras concluídas até ao ano civil anterior ao da atribuição do Prémio, no caso até 31 de dezembro de 2018.
 
Júri
a) Presidente da Câmara Municipal de Coimbra ou Vereador com competência delegada;
b) Um arquitecto designado pela Assembleia Municipal de Coimbra;
c) Um arquitecto designado pela Câmara Municipal de Coimbra;
d) Um arquitecto representante da OASRN;
e) Um arquitecto representante do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
 
Critérios de avaliação
a) Qualidade arquitectónica da obra: como fonte de promoção e incentivo à valorização e ou salvaguarda do património arquitectónico do Município
b) Coerência e originalidade arquitectónica: adequabilidade da solução e concepção inovadora
c) Integração urbanística: enquadramento da obra na envolvente urbana, paisagística e ambiental
d) Qualidade construtiva e sustentabilidade: recurso a soluções técnicas e construtivas adequadas e sustentáveis e à salvaguarda da eficiência energética
 
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