Dos 356 projectos finalistas ao prestigiado Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia – Prémio Mies van der Rohe Mies van der Rohe 2017, 13 são portugueses.
1. Mercado de Abrantes, ARX Portugal Arquitectos
2. Casas de Campo no Trebilhadouro, Vale de Cambra, André Eduardo Tavares Arquitecto
3. Escola Secundária Luis de Freitas Branco, Oeiras, Célia Gomes + Pedro Machado Costa (a.s* atelier de santos)
4. Instituto de Inovação e Investigação Portugal em Saúde, Porto, Serôdio Furtado & Associados
5- Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo, Inês Lobo Arquitectos Lda
6. Camping em Abrantes, Atelier Rua
7. Solar da Porta dos Figos, Lamego, Belém Lima Arquitectos
8. Casa de Oeiras, Pedro Domingos Arquitectos
9. Museu Municipal Abade Pedrosa, Santo Tirso, Álvaro Siza 2 Arquitecto SA e Souto Moura
10. Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), Lisboa, AL_A (Amanda Levete)
11. Centro Socio-Cultural da Costa Nova, Gafanha da Encarnação, ARX Portugal Arquitectos
12. Sede da EDP Portugal, Lisboa, Aires Mateus
13. Museu de Arte Contemporâneo Nadir Afonso, Chaves, Álvaro Siza 2 - Arquitecto SA
A lista será depois reduzida a um grupo de 40 candidatos e, novamente, para cinco finalistas candidatos ao galardão, cujos vencedores serão conhecidos a 26 de Maio.
O Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia – Prémio Mies van der Rohe foi lançado em 1987 pelo Município de Barcelona e a Comissão Europeia. Trata-se de um prémio que é atribuído de dois em dois anos e tem um valor de 60.000 euros.
Na primeira edição do prémio, em 1988, o projecto do arquitecto português Álvaro Siza para o antigo Banco Borges e Irmão, em Vila do Conde, foi o distinguido.
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